A vida fora do Facebook…

Como todas as pessoas da minha idade e de muitas que não têm a minha idade também eu possuía contas em um número incontável de redes sociais. Facebook, Twitter, Istagram…

Minha pasta de rede sociais no smartphone era enorme. Eu me mantinha conectada durante vinte e quatro horas por dia. Dormia com o meu celular embaixo do travesseiro e checava os aplicativos de cinco em cinco minutos, muitas vezes durante a madrugada.

A primeira coisa ao acordar era checar recados e notificações.

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A minha produtividade no trabalho era muito pequena pois eu gastava a maior parte do tempo atualizando o feed em busca de algo novo ou apenas jogando conversa fora com qualquer um dos meus contatos online (muitas vezes até com aqueles que não estavam online!). Levava semanas para finalizar um processo que eu sabia que podia ser feito numa tarde.

Meus livros não lidos estavam cobertos de poeira e eu não encontrava tempo para outras coisas.

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Então, depois de uma série de decepções algumas amigas decidiram sair das redes sociais para relaxar um pouco e das minhas próprias decepções, fui reduzindo meu acesso. Desinstalei os apps do telefone e logava poucas vezes ao dia. Isso quando não passava mais de um dia sem dar uma “checadinha” nas novidades.

Percebi que essa “conexão” com o mundo não fazia nenhuma falta. Na verdade, me sentia até melhor sem essa ansiedade constante de esperar por essa interação virtual.

Terminei livros não lidos e comecei outros. Descobri que amigos sentados a uma mesa de bar é uma experiência muito mais gratificante do que conversas sem finalidade na rede online. E que é muito melhor quando não estamos presentes à mesa, mas ausentes por estarmos todos mexendo constantemente no tablet ou smartphone.

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Decidi então desativar permanentemente minhas contas nas redes sociais.

Posso garantir que tudo melhorou, inclusive a minha disposição física.

Tenho tempo para tantas coisas que às vezes até me impressiono. Tenho menos amigos na vida real do que online, mas esses são mais verdadeiros e temos tempos incríveis juntos. Tive muito menos crises de gastrite por reduzir a ansiedade dessa vida online totalmente vazia e menos problemas causados por essas intrigas de vidas conectadas.

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Não foi fácil me desligar da vida online, mas os resultados foram ótimos.

Há uma vida incrível lá fora mas só se você conseguir se desligar da vida vazia que você criou no seu notebook.

Meu nome é Nina e estou há um mês sem Facebook, Skype e seus semelhantes.

PS: nem tudo vale ir para o Instagram! 😉

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I am online all the time…

Nunca dei muita atenção a isso. Mas como quase todas as pessoas que conheço, andava conectada vinte e quatro horas por dia. Facebook, Twitter, Instagram…

Parei para refletir que não tenho o número de todas as pessoas do meu Facebook e, provavelmente tenho usado essa desculpa pra não me desconectar. Mas a verdade é que esse mundo tão conectado nos deixa absurdamente sozinhos e, tentamos desesperadamente preencher o vazio com milhares de postagens e chats vazios nas redes sociais.

Aos poucos, e por espontânea vontade tenho deixado as redes sociais.

Tenho dado uma checada rápida no Facebook (rede social mor, que tem sido o vício de muitos dos meus amigos mais queridos), mas não tenho me permitido ficar online no trabalho oito horas/dia.
Desinstalei o app do meu Iphone deixando somente o chat instalado(mas silenciado) para o caso de alguém que naõ tenha o meu telefone ter algo importante a dizer.

Uso o Instagram para postar coisas simples, como as belas flores do jardim do prédio onde trabalho ou divulgar um show ou outro dos meus amigos músicos. Nada de selfpictures no espelho. Pra falar a verdade tenho até um certo horror a elas.

Para manter contato com a maioria das pessoas eu conservo o Whatsapp instalado,mas deixei de perturbar meus contatos com quinze mensagens por dia.

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Confesso a dificuldade que tive no começo. Parecia que havia um buraco sem tamanho na minha vida. Mas hoje posso dizer que voltei aos meus livros, cds, dvds, conversas descontraídas com minha família e com meus amigos.

Até os planos de viajar para a Chapada voltaram à mesa.

Talvez eu devesse ser diferente… mas é só um talvez.

Eu amo intensamente. Me entrego totalmente àqueles que gostam da minha companhia. Já ouvi dizer que sou carente e me apego rápido demais às pessoas. Talvez seja isso mesmo.

O fato é que eu me preocupo com quem tira cinco minutos do seu dia pra perguntar como eu estou, ou para chamar pra dar uma volta em algum lugar por aí.

Ninguém precisa pagar minhas bebidas, ou me tratar como deusa. Tô bem com minha vida financeira (mesmo não sendo das melhores) e tenho espelho em casa. Não me acho mais importante que ninguém.

Se eu me apego rápido? Não tenho certeza, até porque eu aprendi a me curar com a mesma facilidade (talvez não com a mesma rapidez) com que sou ferida.

Mas eu certamente trato as pessoas com o mesmo carinho e importância que eu gostaria que elas me tratassem. Eu não sabia o nome disso, e aí, numa conversa descontraída com umas garotas incríveis eu aprendi que é empatia. E descobri que não é só em mim que uma mensagem visualizada e não respondida dói. Imagina aquela ligação não atendida ou aquela surpresa que vc decide fazer pra pessoa e ela mal te diz um “Oi.” e vira as costas.

Com tudo o que já tive de decepções ao longo dos meus 26 anos, eu deveria estar naquela de tratar as pessoas com frieza e fazer com todas elas sofressem. Aquela de não confie em ninguém e não se entregue. Mas essa não sou eu. E nada me dói mais que destratar alguém, mesmo que esse alguém mereça o pior dos castigos.

Eu gosto de sorrisos sinceros, de conversas descontraídas e, mais que isso adoro quando alguém se lembra de perguntar como eu estou e se importa em ao menos tentar me confortar em tempos difíceis.

É, eu era uma criança luz. Cheia de bom humor e uma certa ingenuidade quanto às coisas que as pessoas são capazes. Eu quase perdi isso. E por um momento olhei no espelho e não me reconheci.

A solução que encontrei foi voltar atrás. Desenterrar o meu coração e esperar o melhor das pessoas. Eu voltei à amar cada um do jeito que é. Lógico que não esqueci o que algumas delas me fizeram e nem voltei a rastejar por aquelas que nunca me deram a mínima atenção. Isso não é amor, isso é dependência e não há como um bom relacionamento resultar disso.

Quanto às garotas incríveis que falei, elas são diferentes. Lindas e formam um grupo que parece não fazer muito sentido. Tropeçamos umas nas outras por aí, e como eu decidimos nos dar uma chance.

Não somos as melhores amigas, acho que não compartilhamos grandes segredos. Mas nos divertimos com coisas muito simples e, mesmo à distância temos nos preocupado quando alguém não está bem.

Não sei onde estaremos daqui a um mês, muito menos se seremos amigas daqui a cinco anos. Nem sei se posso dizer que somos amigas hoje, mas sei que o que temos é muito mais sincero do que muita coisa que tive até aqui. Talvez seja essa minha mania besta de ter fé nas pessoas, mas fazer o que? Algumas pessoas são assim e não mudam apesar do que os “sábios da vida” dizem.

heart

Navegando por aí – Fernanda Mello

Dedico o Navegando Por Aí dessa semana para a Princesa de Rua mais linda que já vi. Fernanda Mello e seus blogs são incríveis (sem contar que ela é totalmente linda, né?!).

Vale a pena ler!

http://www.fernandacmello.com/

 

Tem também esse aqui:

http://comqueletraeuvou.soubh.com.br/plus/modulos/noticias/

 

Conheci essa mineira por meio de uma das Crônicas Digitais no seu canal no Youtube (Fernanda Mello) chamada “Mulheres inteligentes e caras babacas”.

Assisti ao vídeo até decorar cada palavra e nunca mais esquecer! Mas cada um dos vídeos vale a pena ser visto mais de uma vez!

Segue o link!

Navegando por aí…

É tanta coisa interessante que a gente vê nos blogs por aí que decidi criar um espacinho pra compartilhar as coisas bacanas que encontrei.

alex noriega

 

Post sobre o trabalho do artista Alex Noriega e  seu trabalho Stuff that no one told me…

http://www.hypeness.com.br/2013/07/artista-une-importantes-reflexoes-para-a-vida-com-divertidas-ilustracoes/

MariMoon-e-Jorge-Sato

Entrevista da Marimoon com o fotógrafo Jorge Sato no MIS em SP onde tá rolando a São Paulo Neo Noir…

http://www.marimoon.com.br/expo-do-jorge-sato-no-mis/

 

Sou super apaixonada por exposições. Vontadinha de dar uma ida lá no MIS.

De volta!!! – Faça Você Mesmo!

Passei umas semanas sem internet por conta da mudança, mas já estou de volta e de casa nova! Tem umas peças da decoração da minha cara que eu acho muito fofas. Foi a minha amiga Helô que fez e vale muito a pena entrar pra coluna do Faça Você Mesmo!

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O rack foi feito com resto de madeira e decorado com tecido listrado em azul e branco! Ficou um charme na minha sala!!

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Também na sala quadros feitos com molduras de espelhos e tecidos daqueles de algodão engomado em motivo florido BEM colorido!

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Na outra parede da sala um pequeno espelho decorado com pequenos azulejos coloridos!

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Na entrada da cozinha também em algodão engomado motivos em pimenta!

Muito fofo!

Valeu Helô pela linda decoração da minha casa!